terça-feira, agosto 24, 2010

TEMPORADA DE SHOWS AUTORAIS DO COTTONET-CLUBE


No mês de setembro o Cottonet-Clube apresentará a já tradicional temporada de shows autorais.

Os três shows acontecerão no Teatro Oficina da Universidade Estadual de Maringá (UEM), onde os músicos se apresentarão com composições próprias e de outros compositores.

Dia 5 a temporada começa com o cantor e violonista Ronaldo Gravino e banda, com Música Popular Brasileira.

No dia 11 o gaitista e guitarrista Luciano Blues trará suas composições e alguns clássicos do estilo Blues revisitados.

Finalizando no dia 12 teremos as composições do cantor e violonista Paulinho Schoffen e banda Cottonet-Clube, em vários estilos da MPB.

Serão apresentações únicas, todas começando às 20 horas e os ingressos antecipados a R$ 10,00 estarão disponíveis na Genko Mix.

Mais informações na comunidade do Cottonet-Clube no Orkut.

clique para ampliar

segunda-feira, agosto 16, 2010

LUCIANO BLUES E BANDA

Dia 12 de agosto me apresentei no Teatro Reviver de Maringá, acompanhado de professores do Instituto da Música. A música escolhida foi o instrumental THAT'S THAT de Rick Estrin.

Aqui está o vídeo que gravei. O áudio da minha máquina estava sofrível, mas consegui extrair e sincronizar com outro um pouco melhor do amigo Marcos Beto.

sexta-feira, junho 18, 2010

Expressões do blues

O blues sempre fez uso de diversas gíras e expressões em suas letras. Muitas vezes as pessoas fazem a tradução literal das palavras, alterando assim o conteúdo e a mensagem escrita na canção.
Listo a seguir diversas expressões contidas nas letras de blues, desde os primórdios:

Alcorub: Significa esfregar álcool para amenizar dores musculares e ósseas. Além disso, era também utilizado para inalar, uma forma para ficar "doidão". Sua inalação não era aconselhável. Era barata, fácil de ser obtida e mesmo sendo um veneno acumulativo, algumas pessoas desesperadas por álcool fizeram uso, sofrendo efeitos adversos.

Back door man ou friend:
Era o amante de uma mulher casada que fugia pela porta de trás
da casa quando o marido chegava.

Balling the jack: Era um termo muito utilizado no início do século XX na América pelos ferroviários, e significa "correr em alta velocidade". "Jack" = locomotiva e "Balling" = trabalhar rápido. Mais tarde esta expressão ganhou outros significados, como "fazer sexo", "dançar, divertir-se". "Ball and the Jack" também era um movimento de dança nos anos 40.

Barrelhouse: Refere-se a uma bebida muito barata e a um estabelecimento de dança. O termo "barrel house" origina-se do lugar onde barris de bebidas alcoólicas poderiam ser encontradas. O significado do termo veio a mudar mais tarde, referindo-se a um tipo rústico de estilo musical que provinha destes estabelecimentos.

Biscuit: Uma desejável jovem garota era chamada de "biscuit" e uma boa amante era chamada de "biscuit roller".

Black cat bone: Parte da magia negra para trazer um amor difícil. Todo gato preto traz consigo um osso que irá garantir a seu possuidor invisibilidade ou poderá ser usado para trazer de volta um amor perdido. Para assegurar-se deste osso, um gato preto deve ser jogado vivo dentro de um caldeirão de água fervendo à meia-noite. O animal morre em agonia e o praticante ferve a carcaça até que a carne se solte dos ossos. Uma vez achado, o osso do gato preto é carregado em uma sacola mágica e untado com óleo Van Van para trazer de volta o amor perdido. O óleo ou a gordura do gato é engarrafada para ser usada como vela e para afastar invejosos.

Boogie chillun: "Chillun" é simplesmente uma pronuncia sulista para a palavra "children" (criança).
A palavra "boogie" possui vários significados: "mover-se rapidamente", "dançar (rock)", e "festejar".

Canned heat: Uma bebida letal obtida através da extração de álcool que era vendido como combustível para cozinhar fora de casa. Poderia ser comprada de comerciantes que fizeram muito dinheiro com este processo. Uma bebida similar poderia ser obtida após filtrar álcool contaminado de determinadas marcas de polimento para sapatos.

Captain: Capitão de uma prisão.

Casey Jones: Engenheiro de locomotivas que tornou-se um herói e uma figura popular no final do século XIX.

Cold in hand: Significa estar sem dinheiro.

Crepe(r): Uma mulher em questão colocaria um crepe(r) em sua porta para declarar a morte de seus sentimentos por um homem.

Doney/doe: Uma mulher sem caráter (uma gíria que não é mais utilizada hoje em dia).

Dry long so: A frase é uma discrição dialética de "ser pobre".

Dust my broom: Provavelmente significa "estar prestes a ir embora".

Eagle rock: Uma das mais populares danças dos anos 20, assim como "Ball the Jack".

Easy rider: Também conhecido como cc rider ou see see rider, é uma metáfora de blues para um parceiro sexual. Originalmente ele referia-se à guitarra pendurada nas costas do bluesman enquanto viajava. A palavra "easy" tem diferentes significados para homens e mulheres: aplicada à uma mulher, é uma expressão de admiração, mas aplicada à um homem, este geralmente carrega o significado de uma pessoa infiel e desonesta.

Faror: Um sinônimo do Mississippi blues para "namorada". "Faror" é uma gíria sulista para "fair one" (fiel).

Georgia Crawl: Poderia ser uma dança originada na Georgia, provavelmente menos sexy do
que outras danças do blues.

Goofer/goofy dust: É uma terra bem porosa, tipo pó, que era colhida de um túmulo preferivelmente de uma criança. Esse pó era colocado em cima do travesseiro da vítima, em volta de sua casa ou em suas roupas, de maneira a jogar o encantamento na vítima ou trazer a morte (magia negra).

High yeller: Uma pessoa negra que possuía traços finos.

Hobo: Fugitivo que se escondia em um trem de carga. Quando não havia comida suficiente numa fazenda para alimentar a todos, os jovens alcançavam as trilhas esperando encontrar algum trabalho ao longo do caminho.

Hokum: Um subgênero de "Urban Blues", que era muito popular no final dos anos 20 e início dos anos 30. É caracterizado por ritmos bem dançantes e letras inteligentes.

Honey dripper: Metáfora para amante.

Hoodoo: Hoodoo é a mesma coisa que Voodoo. Prática de magia originada na África e desenvolvida mais tarde principalmente no sul dos EUA. Os negros preferem utilizar a palavra Hoodoo ao invés de Voodoo.

Hot foot powder: Hot Food Powder e Hot Foot Oil são fórmulas de voodoo utilizadas para afastar pessoas que não são bem vindas a sua casa. Traz paz ao lar.

Jelly roll: é literalmente uma geléia usada em alguns tipos de bolos/tortas. No blues é uma metáfora para genitais femininos. Os termos culinários no blues são bastante comuns.

Jinx: Alguém que traz muito azar.

Jitterbug(gin): Jitterbug era uma dança muito popular nos anos 40. Pode ser também estado de pânico ou nervosismo.

Jivin: Jive é uma gíria sulista para "contar mentiras". Jive tambem é um estilo de Jazz dos anos 30, menos complexo que estilos posteriores. "Jivin" = dançando o Jive.

Juju: Um feitiço, assim como Mojo.

Mojo: Feitiço usado em casos amorosos ou contra alguém. Poderes mágicos. Acredita-se que o termo em Inglês "magic" sofreu alterações ao longo dos anos, transformando-se em "mojo".

Monkey: Desejo desesperado por drogas. "Monkey on ones back" significa um problema grande e persistente. Pode também ser considerado como genital masculino/feminino.

Monkey man: Gíria afro-americana para negros. É também conhecido como um "amor de fora" (amante) - assim como "back door man".

Moonshine: Whiskey vendido ilegalmente. Começou a fazer parte da história americana no início da Guerra Civil. O whiskey e o tabaco foram taxados com o intuito de arrecadar fundos para sustentar o exército. Com o final da guerra, as taxas continuaram em vigor, assim, moonshiners (produtores do whiskey ilegal) foram caçados. A estimativa do governo americano é de que naquela época foram vendidos entre 5 a 10 bilhões de galões de bebida ilegal (1 galão na América corresponde a aproximadamente 3,7 litros). Moonshiners tornaram-se populares principalmente no sul dos EUA, como Tennessee, norte da Georgia, Carolina do Norte e do Sul e Virginia.

(Mr.) Charlie: Homem branco ou pessoas brancas em geral. Variações: Charlie, Boss Charlie. Além disso, mr. Charlie é provavelmente gíria de prisão para "guarda".

Policy game: Jogo de combinação de números.

Rambling: Divagar, caminhar sem destino.

Revenue man: Oficiais do governo encarregados de procurar destilarias ilegais durante a Lei Seca. Outra possibilidade seria de um homem cobrador de impostos, taxas, etc.

Rider: Uma namorada ou amante.

Riding the blinds: Viajantes ilegais que se escondiam nos trens, entre as bagagens.

Roadhouse: Bares situados geralmente fora dos limites da cidade, que forneciam bebidas, refeições, danças e música.

Roll: O termo "roll" significa ser roubado/passado para trás, por um cafetão. O termo "roller" significaria o próprio cafetão.

Rounder: Um canalha, capaz de roubar sua mulher.

Salty dog: Parceiro sexual

Fonte: Blog Blues Everyday

segunda-feira, maio 17, 2010

MOSTRANDO SERVIÇO

Olá! Não ando com muito tempo para pesquisar e postar algo novo, pois o tempo anda bem escasso.

Hoje vou divulgar o endereço para meus álbuns com fotos dos shows. Confira meu álbum do Picasa em http://picasaweb.google.com.br/utzblues

A maioria é tirada pela minha esposa e amigos, enquanto estou tocando.

domingo, abril 25, 2010

AMIGOS DO BLUES EM 'TRIO'

Recebemos o convite para tocar num dos stands da Expoingá no dia 15 de Maio, sábado. Como nosso companheiro Cleyton não estará na cidade naqueles dias, resolvemos encarar mesmo assim, tocando em trio.

Dá um frio na barriga pensar na responsa de voltar a tocar blues sendo o único guitarrista, já que ando afastado da guitarra. O - sempre ótimo - desempenho do Cleyton e seu amor pelas cordas facilitaram minha decisão de me dedicar mais às harmônicas.

Será uma apresentação curta, de 1 hora, mas o suficiente para nos divertir com os amigos e mostrar que ainda há música tocada com paixão na cidade canção.

Quem estiver por lá no dia 15/05 e perceber que ouviu uma blue note numa guitarra, um shuffle de uma bateria poderosa ou mesmo a voz rouca lamentativa, corra para apreciar.

Bem, vamos lá tirar a poeira de minhas duas "ladies", Meg e Lolo, as teias de aranha do ouvido blues e exercitar os dedos.

sexta-feira, abril 23, 2010

TRIBUTO A CHICO BUARQUE - SAMBA E AMOR

Tenho acompanhado Paulinho Schoffen em seu projeto Cottonet-Clube, que vem se destacando em Maringá ao divulgar a música brasileira e a produção musical local, tanto no meio universitário como nas apresentações em bares da cidade.

Estes são dois dos vídeos do show de tributo a Chico Buarque de Hollanda, que aconteceu na Universidade Estadual de Maringá em 11 de Abril de 2010.



quarta-feira, janeiro 27, 2010

COMERCIAL ENGRAÇADO

Assim que vi este comercial eu tinha que postar.

O cara tem uma boa vida, uma mulher, carro, casa e não consegue compor um blues. Aí após um gole da cerveja e tudo começa a dar errado: a mulher o abandona, ele perde o carro e começa a chover nele. E é daí que vem a inspiração, onde ele encontra o melhor blues que poderia compor.



Em seguida vem a sequência, não tão engraçada, mas também vale pelo humor.

terça-feira, janeiro 26, 2010

CONHEÇA O BLUES

O Blues é um estilo musical vocal e instrumental que evoluiu dos espirituais, cânticos e canções de trabalho afro-americanos e tem a sua raiz estilística na África Ocidental. O estilo tem sido a maior influência da música popular ocidental e americana, com expressão no ragtime, jazz, nas big bands, rhythm and blues rock and roll e na música country, como também na música pop convencional e até na música clássica moderna.

As primeiras formas de blues apareceram nos fins do século XIX e princípios do século XX no delta do Mississippi nos estados do sul dos EUA, usavam instrumentos simples como, guitarra acústica, piano e harmônica (blues harp).

A escala do blues é encontrada frequentemente em outras formas musicais que não o blues. Em músicas como “Blues in the night” de Harold Arlen, Baladas de blues como “Since I fell for you” e “Please send me someone to love” e até em trabalhos orquestrais como “Rhapsody in Blue” e “Concerto in F” de George Gershwin. De facto a escala do blues está onipresente na música popular dos nossos dias.

Frequentemente o blues toma a forma de uma narrativa solta, muitas vezes com o cantor recitando as suas desgraças. Muitos dos blues antigos contêm letras corajosas e realistas, contrastando com a maior parte da música que era escrita na altura. Um exemplo dos mais drásticos é “Down in the alley” de Memphis Minnie, que fala de uma prostituta que vende sexo num beco.

Nos fins do Século XIX e pricípios do Século XX, W. C. Handy levou os blues para além da linha, tornando-o respeitável e mesmo bem recebido. Este músico, compositor e orquestrador foi a chave para a popularidade dos blues, conhecido como “Father of the blues”, (O pai do blues), Handy foi o primeiro a transcrever e a orquestrar o blues quase como um sinfonia. Extremamente profícuo em toda a sua longa vida, o grande marco de Handy foi “St. Louis Blues”.

Bandas de Jazz gravam por vezes música de blues. Por volta de 1920 o blues tornou-se um elemento de destaque da música popular norte-americana. Com o desenvolvimento da indústria discográfica, houve um crescimento da popularidade de cantores e guitarristas de country-blues como Blind Lemon Jefferson, Bling Blake, Son House, Robert Johnson, Charley Patton e Mississippi John Hurt, uma mão-cheia de músicos que influenciaram o blues, e mais tarde muitos dos músicos rock. Os discos destes artistas ficaram conhecidos como “race records” (discos raciais), devido a se destinarem quase exclusivamente a audiências afro-americanas. Cantoras de blues existiam também na altura, e muito populares, destacando-se, Mamie Smith, Gertrude “Ma” Rainey, Bessie Smith e Victoria Spivey.

Em 1940 e 1950, o desenvolvimento da urbanização e o uso de amplificação sonora levaram ao blues eléctrico, muito popular em cidades como Chicago e Detroit, e os melhores exemplos são artistas como Howlin’ Wolf, Muddy Waters e John Lee Hooker. O blues eléctrico terá sido eventualmente o “pai” do rock and roll.

O apelo do blues continuou forte nas décadas seguintes. A música do American civil rights movement, Black pride movement e do Free speech movement nos Estados Unidos fez ressurgir o interesse pelas raízes da música americana em geral e na anterior influência da música afro-americana em particular. Músicos como Eric Clapton, Janis Joplin e Jimi Hendrix, influenciados tanto pelos primeiros bluesmen como pelos mais recentes, levaram o blues a uma audiência cada vez mais nova. Através destes músicos e de outros, anteriores e posteriores, o blues influenciou definitivamente o desenvolvimento do rock and roll.

Assim como mestres do blues como, John Lee Hooker, B.B. King e Muddy Waters continuaram a tocar para audiências entusiastas inspirando novos artista a mergulhar no blues tradicional, tais como Taj Mahal (músico). A música de Mahal foi proeminente no filme Sounder nomeado para os Óscares de Hollywood em 1972, protagonizado por Cicely Tyson e Paul Winfield; a ação passava-se no Louisiana dos anos 30, e foi muito importante no reviver do interesse na velha escola do blues acústico. Oito anos depois, o filme The blues brothers foi também muito importante para ajudar ao conhecimento do blues urbano do Século XX por parte das gerações mais novas.

Desde aí o blues tem continuado a crescer, tanto na sua forma tradicional como em novas direções através de músicos como Taj Mahal, Robert Cray, Bonnie Raitt, Keb’ Mo’ e outros.

Intérpretes de blues aparecem virtualmente em praticamente todos os estilos musicais.

O blues aparece nos lugares mais surpreendentes. O tema da série televisiva Batman era blues, assim como o primeiro êxito de Fabian, “Turn me loose”. Da mesma forma, muitos clássicos do Jazz tal como “Now’s the time” de Charlie Parker, também usou o blues instrumental. A primeira grande estrela da Country music, Jimmie Rodgers, era também um intérprete de blues.

Copiei do Blog do Cláudio Oliveira

segunda-feira, janeiro 18, 2010

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE A COMPRA DE UMA HARMÔNICA BLUES

Qual gaita comprar para começar?
Para iniciantes recomenda-se uma gaita de 10 furos na tonalidade de DÓ (com uma letra “C” em algum lugar do instrumento). Há motivos para isso: 1) os métodos e exercícios para iniciantes são para esta tonalidade; 2) gaitas mais graves puxam mais ar e gaitas mais agudas exigem demais da embocadura, atrapalhando o aprendizado. Depois de aprender as técnicas, toca-se do mesmo jeito em qualquer outro tom de gaita e a adaptação é mínima.

Posso aprender sozinho?
Sim, pois há muito material disponível em métodos, vídeos e até mesmo em sites de fabricantes, como a Bends. Como todo instrumento musical, no início é preciso dedicação e prática frequente. Pode ser mais demorado, depende exclusivamente de seu empenho e também aparecem “vícios” difíceis de serem corrigidos depois. Um instrutor lhe ensinará mais rapidamente a dominar o instrumento, evitar os vícios, tirar os melhores timbres e outras vantagens.

Qual a melhor marca? Devo comprar a mais cara?
Há boas marcas disponíveis no mercado, cada uma com vários modelos de diatônicas, incluindo linhas baratas e resistentes criadas para o aprendizado. As mais conhecidas por aqui são das marcas Bends, Hering e Hohner.Para o iniciante recomendo: Bends “Prima”, Hohner “Bluesband” e Hering “Master Blues” ou “Free Blues”, nesta ordem; instrumentos com bom som, durabilidade e preços acessíveis. São indicações pessoais, embasado na experiência que tive.

Não esqueça que o tom recomendado para aprender é DÓ. O/A iniciante deve aprender técnicas de embocadura, sopro e respiração corretas para não danificar o instrumento e não pegar “vícios” de tocar errado. Daí sim recomendo investir em gaitas melhores, que durarão mais, compensando consertos e customizações com um luthier capacitado.

Como fazer para não estragar ou desafinar minhas gaitas?
Não importa qual a gaita, cedo ou tarde todas desafinam, mesmo as profissionais. Há técnicas de sopro para tirar o melhor som e fazer seu instrumento durar mais. Um instrutor pode lhe ensinar essas e outras técnicas, mas as dicas básicas para conservação são: retire o excesso de umidade batendo ela na mão depois de tocar, dê tempo para a umidade evaporar antes de guardar e tenha boa higiene bucal para não entupi-la com restos de alimentos.

Por que existem gaitas em tons diferentes?
Quem começa a lidar com música acaba se envolvendo com teoria musical. Ao aprender uma música numa gaita em Dó, por exemplo, ela só vai funcionar neste tom. Para tocar em outro tom, use uma gaita no tom desejado: basta trocar de harmônica e tocar do mesmo jeito. A harmônica diatônica inicialmente parece limitada, porém é muito versátil: com a prática mais os devidos ensinamentos você poderá tocar diversas tonalidades e escalas numa mesma gaita.

terça-feira, janeiro 05, 2010

ATORES BLUESEIROS

Eu estava pesquisando vídeos de blues há algum tempo e me deparei com um vídeo da Bruce Willis Blues Band. Fiquei surpreso, pois nunca havia me caído a ficha de que artistas acabam naturalmente se expressando em diversas áreas. Depois foi a vez de descobrir o Steven Seagal desempenhando bem com a guitarra, no melhor estilo Wes Montgomery (guitarrista de jazz que usava apenas o polegar). Completando a trinca, Hugh Laurie (atualmente o Dr. House) também mostra muito talento em vídeos musicais.







Pra não ficar apenas nos gringos, lembrei de um vídeo de dois atores brasileiros que também surpreenderam tocando blues numa vinheta da famosa campanha "Invente, tente" da Rede Globo. Como não achei a tal vinheta, vai outra apresentação deles num outro blues: